« "Não esteja na Lua,
desça à Terra."
E o menino a replicar:
"Não me chega esta Terra."
"Seja realista, terra a terra."
"Mas eu sou do tipo ar, ar."
E os olhos do menino
já eram balões quando a professora
lhe ordenou que saísse.
Despediu-se da colega e disse:
"Conto estrelas em ti."
Ao sair, deixou na mesa da professora
o mais bonito avião de papel
que se possa imaginar.
Era uma prenda desesperada
de um menino triste
por não a poder contagiar.
Na sala, um silêncio ficou suspenso
por palavras que também quiseram
voar. »

Oh que texto tão quimérico(=
ResponderExcluirQuem me dera voltar ao tempo de pensamentos assim, ao tempo de ter tempo para estes pequenos nadas que a vida nos vai roubando... valem pessoas como tu, que no brilho do olhar ou na maneira tão espontanea como sorri nos contagiam de emoção e bem-querer!
Mereces tudo de BOM*
Eu tambem conto estrelas e muito brilho em ti*
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